quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Mídias Sociais

A.S.(Anti-scriptum, antônimo de Post-scriptum [O famoso P.S.]):
Puxa! Faz tanto tempo que eu não posto aqui que até parece que esqueci que tenho um blog.

Depois de muito tempo volto a postar nesse pedaço de mundo virtual que é de total propriedade de minha pessoa. Ultimamente, eu tenho ficado taum empolgado com o Twitter que até deixei outras mídias sociais como o Orkut, o MSN e a blogosfera de lado. Mas é assim mesmo, em qualquer grupo que se preze tem a fase das modinhas e não há como escapar delas. É nessas horas que você vê o quanto é difícil ser coerente. Já critiquei várias vezes modinhas como a mais recente extinta (para comemorar o Dia de Finados) Calypso, ao passo que sempre gostei de modinhas de internet como a já extinta e agora ressucitada (graças ao upgrade tosco da Google) Orkut (comentário: pra mim o novo Orkut está para o velho como o Windows Vista está para o XP, mais bonito, mas funcional apenas pra quem tem uma máquina phodônica).
Tudo é uma questão do tipo de mídia que você lê. Por exemplo: muitas vezes, eu me vi criticando o capitalismo, mesmo sendo totalmente contra atitudes do seu maior rival, o socialismo. Tudo isso porque na época eu lia um tipo de literatura que era totalmente contra a prática do capital, incentivada pelos movimentos sociais que surgiram no Brasil no início da década e que culminaram na eleição do atual presidente dessa badern... ops! desse país. Mas isso são coisas que você só percebe que você fazia depois de certo tempo. Hoje, sou muito mais defensor da direita (leia-se: Aécio Neves), por ter comprovado que a esquerda ainda é muito "noob" para governar.
Enfim, depois dessa pitada de política, voltemos a falar sobre as mídias sociais. Outro grande fator que influencia no tipo de mídia que você lê é o grupo social ao qual você pertence. Outro exemplo: quando a extinta Manchete provocou o boom dos animes no Brasil exibindo Cavaleiros do Zodíaco, Sailor Moon e YuYuHakusho, eu não me interessava por nada disso, pois naum tinha hábito de ver televisão; preferia ler os toscos livros que eu alugava na Biblioteca Pública Municipal Doutor Sócrates Bezerra de Menezes (que, naquele tempo, era a minha "Praça da Matriz" [com a única diferença que os frequentadores de lá eram tão nerds que nem sabiam se comunicar entre si]). Por outro lado, caí na onda de DragonBallZ porque não aguentava mais ver os garotos do meu círculo social (que eu construí depois de ler todos os títulos interessantes que a biblioteca continha) comentando sobre o "cara verde que soltava um raio da testa com um nome estranho" (aliás, eu só me interessei por causa desse tal "nome estranho", pois se tivessem traduzido "Makankousappou" ou "Kame-hame-ha" da mesma forma que traduziram "Meteoro de Pégasus", provavelmente eu não daria crédito ao desenho).
Bom mesmo é participar de um grupo social que te oferece a possibilidade de ajudar aos outros como o Rotaract. A gente perde tardes de sábado pra discutir coisas inúteis, mas quando você junta sete caixas de brinquedos para levar para crianças carentes e vê a carinha delas ao recebê-los é muito gratificante. Mas isso já é assunto para um outro post (que eu espero que não demore tanto quanto este demorou para sair).
Usem as mídias sociais para fazer o seu marketing pessoal e encontrar amizades boas como as que eu tenho hoje, que sabem fazer chacota de qualquer fato que poderia ser depressivo para deixar mais divertida essa vida muitas vezes ardilosa e cruel.

2 comentários:

Bruno Dancing disse...

nu eu já critiquei coisa demais q eu faço hoje em dia tambem
já até parei com isso

Wálisson disse...

That´s the way.
O dia que eu fui dar os restos da festa junina pros pivetes meu coração ficou muito pesado...