domingo, 3 de janeiro de 2010

Porque foi o Iel que pois pa nóis cumê

As histórias dessa virada de ano bem poderiam ser um ótimo material para o Bruno Dancing começar a escrever uma nova série, assim como foi "Xícara de Fogo" (que ainda não teve sua prometida continuação "Bule de Gelo"). Fizemos um emocionante (viaje bastante no sentido dessa palavra, Wercley) rally para chegar à casa. Encontramos quase todos na posição horizontal, o que deu um sentimento de "perdi uma balada legal na tarde de hoje".
O primeiro dia se resumiu à gostosa ceia preparada pelo Iel. A contagem foi meio frustrada, mas como nós estávamos de certa forma afastados da civilização, isso não foi um problema. Confesso que os relógios do MarceloProject fizeram falta naquele momento, mas não era nada com que um bando de esfomeados se importasse.
Ano Novo, vida nova, é a frase clichê dessa época. Pois a vida nova das pessoas da casa começou com uma panca coletiva que fez todo mundo deitar às 1:30 da manhã. Como eu estava alguns pés distante do sono, acabei indo parar no trampolim batizado de "Quadrado Mágico". Apesar do frio, foi uma noite repleta de introspecção. Acabei adormecendo e fiquei de fora da casa, finalizando o sono no chão da varanda quando a chuva me acordou lá no trampolim.
No dia seguinte, chegaram as pessoas que estavam faltando. Com elas, chegou também a tag que resume a nossa estadia: treta. O saldo do dia foram as vomitadas colossais do Fran e do Dipsi e o início do meu processo de transmutação em presunto, mesmo com a ausência do sol durante o dia todo.
A alvorada do terceiro dia trouxe um sol daqueles "hoje é dia de fritar banhistas". Parasitei o primeiro protetor solar que vi na minha frente. O dia continuava tretando e isso parece ter feito o povo aproveitar mais. Todos pancaram com o macarrana do Iel (ainda me pergunto se ele usa sonífero no tempero). A maior treta foi que até a noite, eu já tinha protagonizado um romance digno de Franz Kafka (não adiantou seguir os conselhos do Pedro Bial). Redescobri os prazeres de ver MTV e enjoar dos programas como qualquer canal de televisão comum. Confundi Scott com Gambit (não, não preciso do Dr. Reginaldo dessa vez) e a Paty (que diz não conhecer a Emanuelle [onomatopéia de chute aqui, por favor]) foi quem pagou pelo meu erro. Banho nas águas de Furnas de madrugada para revigorar a alma.
Disseminada a treta, se as noites anteriores tinham sido mal dormidas, a última nem dormida foi, ótima oportunidade para aplicar conhecimentos de Yu-Gay-Oh. Flashbacks e mais flash beques feitos de sabonete (daqueles que você ganha de bônus depois das sobremesas nos jantares de um hotel) depois, a parada já estava mais do que tretada. Fora um dia que o cão botara pa nóis vivê. Graças à minha "Metamorfose", não pude nadar no último dia, mas aprendi que devo levar altos hacks na minha mala da próxima vez. Depois de juntar as coisas e espalhar o veneno durante um bom tempo, era hora de ir embora. Queria estar entre os animados que ficaram para a segunda-feira, mas tinha que ficar "a par".
A maior frustração foi não ter visto o cabelo da Paty em estado natural, culpa das coisas prog que permeiam esse mundo. Agora posso me preparar para os acontecimentos desse ano, que promete ser tão turbulento quanto o anterior. Mas dessa vez não vou criar expectativas, pois estamos à mercê do progresso (fato). É muita treta.

5 comentários:

gabriel disse...

É treta...

Wálisson disse...

...da braba!

Sir. Bruno", O Glorioso disse...

É treta Puríssima!

Thlls disse...

Don't have fear; avohai is here

Bruno Dancing disse...

let's treta